Entenda o Programa Minha Casa, Minha Vida
Compra, venda e aluguel de imóveis
Entenda o Programa Minha Casa, Minha Vida
O Minha Casa, Minha Vida é o programa habitacional do Governo Federal, que substitui o Casa Verde e Amarela, trazendo vantagens para quem deseja adquirir o seu primeiro imóvel.
A finalidade do programa é promover o direito à moradia para famílias residentes em áreas urbanas e rurais, facilitando o desenvolvimento econômico e a geração de trabalho, elevando os padrões de habitação e a qualidade de vida dos brasileiros.
Todo financiamento habitacional contratado por pessoas com renda familiar bruta entre 2.850 a até R$ 12 mil e utilizando recursos do FGTS se enquadra no Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).
Sou autônomo! Posso realizar o sonho da casa própria?
Muitas pessoas não sabem, mas os autônomos representam uma grande parte dos compradores de imóveis, ainda mais em um país onde os pequenos negócios e a economia informal são bastante comuns.
Para se adquirir um imóvel financiado, é preciso apresentar renda. No caso dos autônomos, ela é comprovada por meio de retiradas ou movimentação. Outra maneira é declarar o imposto de renda. Pagando os impostos, é possível utilizá-los com comprovante.
Os bancos possuem também outras maneiras de comprovação de renda, sendo a mais comum o seu histórico bancário. Mantendo-se sempre em dia com seus pagamentos e fazendo bom uso do crédito, a instituição passa a te considerar como bom pagador.
É bem fácil comprovar renda sendo um autônomo!
Caso tenha dúvidas, entre em contato, que irei fornecer todas as informações que você precisar, fale com a corretora e conquiste já a sua casa própria.
FAIXA 1
Renda bruta familiar mensal até R$ 2.850, com subsídio de até R$ 55 mil*
FAIXA 2
Renda bruta familiar mensal de R$ 2.850,01 a R$ 4.700, com subsídio de até R$ 55 mil*
FAIXA 3
Renda bruta familiar mensal de R$ 4.700,01 a R$ 8.600. Não há subsídio
FAIXA 4
Renda bruta familiar de 8.600,01 a 12mil. Não há subsídio. Financiamento até 420 meses
Faixa 1 e Faixa 2 - O valor máximo dos imóveis para essas faixas ficará em até R$ 264 mil - a depender da região do país.
Faixa 3 - Renda de R$ 4,700 mil a R$ 8.600 mil, não há subsídio do governo, e o teto dos imóveis passou para R$ 350 mil para todo o Brasil.
Faixa 4 - Renda de R$ 8.600,01 mil a R$ 12 mil, não há subsídio do governo, e o teto dos imóveis passará para R$ 500 mil em todo o Brasil. Programa já atualizado pelo Governo Federal. Fonte: Agencia GOV
⚠️ A composição de renda pode ser com até três pessoas, sendo familiares ou não. *O subsídio varia de acordo com a renda familiar, região, metragem e valor do imóvel.
Em 2008, uma pesquisa feita pelo IBGE utilizando os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), concluiu que o Brasil tinha um déficit habitacional de aproximadamente 5,5 milhões de moradias.
A partir desses dados, que foram analisados pelo Ministério das Cidades, o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) foi criado pelo governo federal em 2009. A finalidade do programa era promover o direito à moradia para famílias residentes em áreas urbanas e rurais, facilitando o desenvolvimento econômico e a geração de empregos, elevando os padrões de habitação e a qualidade de vida das pessoas.
Para isso, o objetivo era fornecer condições especiais de financiamento por meio de parcerias entre o sistema público e empresas do setor privado, além de subsídios, em que parte do valor do imóvel seria pago com recursos do governo federal.
Para comprar um apartamento Minha Casa, Minha Vida, basta que o interessado ou interessada se encaixe nos requisitos e procure diretamente as construtoras credenciadas, como a Cury, para escolher o imóvel ideal segundo suas necessidades.
Após isso, a pessoa deve realizar uma análise de crédito, em que enviará seus documentos para serem avaliados pela instituição financeira, que verificará o poder de compra, além da possibilidade do recebimento de subsídio para abater uma parte do valor do imóvel.
Após a análise, é preciso esperar a aprovação dos documentos e, por fim, assinar o contrato de financiamento.
Para participar do Minha Casa, Minha Vida e usufruir de taxas de financiamento mais atrativas é preciso se enquadrar em determinadas faixas de renda familiar. São elas:
Faixa 1: renda bruta familiar mensal até R$ 2.850;
Faixa 2: renda bruta familiar mensal de R$ 2.850,01 a R$ 4.700;
Faixa 3: renda bruta familiar mensal de R$ 4.700,01 a R$ 8.600 e
Faixa 4: renda bruta familiar mensal de R$ 8.600,01 a R$ 12 mil.
Além de se enquadrar nas referidas faixas de renda, é preciso ter mais de 18 anos, não possuir imóvel registrado em seu nome e não ser beneficiário de outros programas habitacionais.
O cálculo do valor das faixas para a elegibilidade ao programa não considera benefícios temporários, assistenciais ou previdenciários, tais como auxílio-doença, seguro-desemprego ou Bolsa Família.
Subsídio habitacional nada mais é do que um valor que o governo federal disponibiliza para as famílias que têm uma renda mais baixa. O objetivo é ajudar a diminuir o valor das parcelas do financiamento do imóvel, fazendo com que a compra seja possibilitada.
Os subsídios do MCMV são divididos de acordo com as faixas de renda familiar. Por meio delas é determinado o valor concedido, as condições para o financiamento e as taxas de juros. Entenda como funciona a seguir.
FAIXA 1
Destinada às famílias que têm renda de até R$ 2.850,00. Aqui, em alguns casos, o subsídio pode chegar em até 95% do valor do imóvel a ser financiado*.
FAIXA 2
Aqui, encaixam-se as famílias que têm renda de até R$ 4.700,00. Também possuem direito ao subsídio que, assim como na faixa 1, pode chegar a R$ 55 mil*.
FAIXA 3
Nessa faixa, estão as famílias que recebem até R$ 8,6 mil e não é possível obter subsídio. Porém, as taxas de juros costumam ser mais acessíveis que as praticadas no mercado.
FAIXA 4
O Governo Federal incluiu recentemente a faixa 4 do programa para as famílias que ganham até R$ 12 mil, que prevê a possibilidade de financiamento de até 420 meses e taxa de juros abaixo das oferecidas no mercado (10,5% a.a).
Após escolher um imóvel que se encaixa no programa e nas necessidades da família, é preciso separar a seguinte documentação que deve ser apresentada à instituição financeira:
Documento de identidade, como CNH, RG e CPF;
Comprovante de estado civil, como certidão de casamento ou nascimento;
Comprovante de renda, como a carteira de trabalho, holerite, extrato da conta bancária, contracheque etc.;
Comprovante de residência atualizado;
Declaração do Imposto de Renda, se for o caso;
Título de eleitor.
O valor das parcelas vai depender do valor do imóvel, a região onde está localizado e o grupo no qual o comprador ou compradora faz parte.
Famílias com renda bruta mensal de até R$ 12 mil reais estão autorizadas a usar o FGTS no financiamento habitacional do Programa Minha Casa, Minha Vida. O valor pode ser usado para quitar uma parte do imóvel e amortizar as prestações a cada 2 anos.
Para isso, é necessário ter no mínimo 3 anos de recolhimento (somando todos os empregos) e não ter imóvel próprio na cidade ou financiamento cadastrado no Sistema Financeiro de Habitação.